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PIX ajuda pequenos negócios a reter clientes e aprimorar gestão financeira

25/08/2021

Sistema Pix movimentou desde novembro R$ 951 trilhões em 1 trilhão de transações, Entre as pessoas jurídicas, a adesão chegou a 85%. Uso do sistema exige cuidados contra fraudes

Há quase um ano, a expressão “Você tem Pix?” se popularizou, passando a fazer parte da rotina de milhões de brasileiros, pessoas físicas e jurídicas, principalmente os pequenos negócios.

A expressão consagra uma nova modalidade de pagamentos instantânea, lançada pelo Banco Central em novembro de 2020 – o Pix. O novo sistema vem mudando radicalmente a forma como consumidores compram produtos e serviços, mas também como empresas de diversos portes recebem e processam seus pagamentos.

Com o Pix, o dinheiro passa da conta do comprador para o vendedor instantaneamente, 24 horas por dia, sete dias por semana. Para os microempreendedores individuais e as micro e pequenas empresas, além desta, outras vantagens são o fato de que, por enquanto, sobre os valores transferidos não incidem taxas ou obrigações, o que gera uma economia nos custos das operações de TED e DOC e com taxas das maquininhas de cartão.

Até o fim de abril, segundo os dados mais recentes do Banco Central, o Pix tinha movimentado R$ 951 trilhões em 1 trilhão de transações. Até o mês passado, o sistema de pagamentos instantâneo tinha 82 milhões de pessoas físicas e 5,4 milhões de pessoas jurídicas cadastradas. Entre as pessoas físicas, 73% dos cadastrados usaram o Pix pelo menos uma vez. Entre as pessoas jurídicas, a adesão chegou a 85%.

Em maio deste ano, o Banco Central trouxe mais um aprimoramento do Pix, com o Pix Cobrança, que tem lógica semelhante ao boleto bancário, possibilitando o pagamento imediato a empresas e prestadores de serviços por meio de códigos de QR (versão avançada do código de barras). Assim como no boleto bancário, o Pix Cobrança permite a inclusão de juros, multas e descontos.

Há quase um ano, a expressão “Você tem Pix?” se popularizou, passando a fazer parte da rotina de milhões de brasileiros, pessoas físicas e jurídicas, principalmente os pequenos negócios.

A expressão consagra uma nova modalidade de pagamentos instantânea, lançada pelo Banco Central em novembro de 2020 – o Pix. O novo sistema vem mudando radicalmente a forma como consumidores compram produtos e serviços, mas também como empresas de diversos portes recebem e processam seus pagamentos.

Com o Pix, o dinheiro passa da conta do comprador para o vendedor instantaneamente, 24 horas por dia, sete dias por semana. Para os microempreendedores individuais e as micro e pequenas empresas, além desta, outras vantagens são o fato de que, por enquanto, sobre os valores transferidos não incidem taxas ou obrigações, o que gera uma economia nos custos das operações de TED e DOC e com taxas das maquininhas de cartão.

Até o fim de abril, segundo os dados mais recentes do Banco Central, o Pix tinha movimentado R$ 951 trilhões em 1 trilhão de transações. Até o mês passado, o sistema de pagamentos instantâneo tinha 82 milhões de pessoas físicas e 5,4 milhões de pessoas jurídicas cadastradas. Entre as pessoas físicas, 73% dos cadastrados usaram o Pix pelo menos uma vez. Entre as pessoas jurídicas, a adesão chegou a 85%.

Em maio deste ano, o Banco Central trouxe mais um aprimoramento do Pix, com o Pix Cobrança, que tem lógica semelhante ao boleto bancário, possibilitando o pagamento imediato a empresas e prestadores de serviços por meio de códigos de QR (versão avançada do código de barras). Assim como no boleto bancário, o Pix Cobrança permite a inclusão de juros, multas e descontos.

A empresa Maximus Modas, de Caxias, no leste maranhense, distante 367 km de São Luís, a capital do Maranhão, aderiu ao Pix pensando também na segurança física dos clientes. “Mesmo com o uso de máscara, disponibilidade de álcool em gel na loja e manutenção do distanciamento, sabemos que ainda existem riscos de contaminação do vírus durante o atendimento. No ato do pagamento, o Pix se tornou mais uma medida protetiva, tanto que o cliente pode acessar o sistema apenas aproximando o leitor QR Code”, explicou a gerente de loja, Raissa Bomfim.

Pagamento de tributos – Outra vantagem do sistema é que desde abril. micro e pequenas empresas, além de microempreendedores individuais (MEI), já podem usar o Pix para pagar tributos do Simples Nacional. A possibilidade de usar o sistema de pagamentos e transferências do Banco Central (BC) beneficia 16 milhões de pequenos negócios em todo o Brasil.

O Simples Nacional é um regime especial para os negócios de menor porte e que unifica o pagamento de tributos federais, estaduais e municipais. A partir do Pix, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) passa a contar com um código QR (versão avançada do código de barras). Para utilizá-lo, basta o contribuinte abrir o aplicativo do banco onde ele tem conta, escolher a função Pix e fotografar o código com a câmera do celular para fazer o pagamento.

O Pix também está disponível para contribuintes que renegociaram débitos do Simples Nacional. O recurso facilita o pagamento das parcelas a qualquer hora, dia da semana, em qualquer banco que ofereça a ferramenta.

Recentemente (até o dia 9 de junho), orientados pelo Banco Central, as instituições bancárias realizaram consulta junto a clientes de todo o país para aperfeiçoar dois novos serviços que farão parte do Pix – o Pix Saque e o Pix Troco.

Os dois serviços deverão entrar em funcionamento no segundo semestre, com base nos resultados de consulta pública. Com o Pix Saque, o consumidor teria a opção de transferir o valor que deseja sacar para a conta de uma loja e retirar o valor por dinheiro. Já com o Pix Troco, o consumidor poderá pagar uma compra via Pix com valor superior ao da mercadoria ou do serviço e receber a diferença em espécie.

Facilidades do Pix exigem cuidados e atenção para evitar fraudes

As comodidades de pagar compras com os novos meios de pagamento não estão isentas de riscos. Em funcionamento há pouco mais de um mês, o Pix Cobrança, que permite o pagamento imediato a empresas e prestadores de serviços por meio do código QR exige cuidado para evitar golpes.

Um dos meios mais comuns são fraudes a partir da elaboração de códigos QR falsos. Dessa forma, o usuário que escanear o código QR pode ser levado a páginas falsas e induzido a fazer o pagamento à pessoa errada.

A analista técnica do Sebrae, Milena Cabral, ressalta que é necessário atenção tanto do consumidor quanto da empresa. “É preciso garantir segurança nas transações. Fique atento aos dígitos do CPF ou do CNPJ e ao valor do pagamento na hora do processamento da transação. Muitos golpes podem ser evitados apenas verificando os dados. Caso os dados não correspondam ao estabelecimento, basta não concluir a transação.

Ela enfatiza também que o cliente nunca deve acessar QR CODE ou links enviados por desconhecidos, seja por e-mail ou por mensagem instantânea de aplicativos. O bom senso deve ser regra neste momento e o cliente deve estar certo de que está lidando com uma empresa ou prestador de serviço idôneo, tanto ao observar se a página de internet é verdadeira e segura como ao verificar as informações do destinatário do Pix no aplicativo do banco.

Sete cuidados ao utilizar o Pix e transações eletrônicas

1. Fique atento: as chaves do Pix têm sido alvo de fraudes online, que consistem no envio de mensagens falsas com objetivo de coletar senhas de banco e informações pessoais.

2. Na hora de realizar a sua transação utilizando a Chave Pix é preciso atenção: nunca acesse links encaminhados por e-mails, postagens em mídias sociais ou SMS provenientes de pessoas ou órgãos estranhos. Neste caso, desconfiar é uma boa atitude.

3. Confira o endereço do site em que serão inseridos os dados. O cadastro deve ser feito em ambiente seguro da instituição bancária. Muitos e-mails de convite de pré-cadastro do Pix podem ser armadilha para fraudes.

4. Ao receber alguma mensagem pedindo o cadastro da chave do Pix com link, evite clicar automaticamente. Entre em contato com a pessoa que enviou ou confira se o remetente é realmente quem deveria ser.

5. O uso de antivírus também é importante, pois, em muitos casos, bloqueiam os domínios falsos antes mesmo deles começarem a funcionar.

6. Também é importante analisar a melhor instituição bancária para cadastrar o Pix, pois o Banco Central deixou a critério dos bancos a cobrança de taxas.

7. Outro cuidado que as empresas precisam ter se refere a segurança com os dados de seus clientes, fornecedores e funcionários. Nesse caso é necessário integrar o Pix ao sistema interno de gestão que controla as vendas e despesas e organiza processos de pagamentos e cobranças.

PIX: saiba como ter acesso

Para ter acesso ao Sistema Pix, você precisa ter uma conta transacional (de pagamento, poupança ou corrente) registrada em um prestador de serviços financeiros (banco ou plataforma de pagamentos digitais). Empresas ou pessoas físicas devem registar sua chave nos canais do banco no qual tem conta.

A chave é um código pessoal que identifica a conta e o cliente, pessoa física ou jurídica, podendo ser o número do CPF, e-mail, número de telefone ou outro dado à escolha do usuário.

O Banco Central, responsável por todos os processamentos do Pix, garante que o sistema é tão seguro quanto os já conhecidos DOC e TED, sendo mais barato e mais rápido!

Apoio – Para auxiliar empresários de pequenos negócios, o Sebrae preparou o artigo Entenda o que são pagamentos instantâneos – PIX, que você pode acessar gratuitamente no Portal Sebrae. Mas, se você preferir, as equipes de Atendimento e Orientação Empresarial estão à disposição para tirar dúvidas dos empreendedores sobre o assunto. Basta ligar na Central de Atendimento, pelo 0800 570 0800.


Fonte: G1